quinta-feira, 31 de julho de 2014

Segura na mão de deus e vai






Isso aconteceu em 1959, na Eau Rouge em SPA. O carro é um Porsche 718 RSK, uma das coisas mais lindas que já saíram de Zuffenhausen. 

Garimpo do sempre ocupado William Rotea.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Model Cars (1962)

Circulou durante o fim de semana nas redes sociais (já teve tempo que era nos grandes magazines...) filme mostrando a fabricação dos Matchboxes. Pra quem chegou na Terra depois dos anos 90, são carrinhos de metal na escala 1:64 bastante fiéis aos originais. 

Todo menino que se preza(va) tinha uma coleção deles. E não só deles, os Matchbox. Siku, Corgi, Schuco e os brasileiros Roly Toys também eram carrinhos legais. Os meninos que se prezavam muito mantiveram suas coleções dentro das caixinhas, que são valiosas e cobiçadas hoje, desde que acompanhadas de seus recheios originais.

Não foi o meu caso, infelizmente, que gostava de emular grandes acidentes que sempre terminavam em incêndios fenomenais, o que consumia meia dúzia de carrinhos por vez.

Alá como era a produção deles, os Matchboxes, na Inglaterra (caramba, lembro do cheiro deles quando novos até hoje!)



Só por curiosidade resolvi tentar saber como se fabricam hoje os carrinhos. Basicamente é a mesma coisa. 

Alá como é na China hoje:


quinta-feira, 24 de julho de 2014

1965 x 1995

Muito melhor do que a porcaria do Top Gear american version, a revista Motor Trend tem um canal de videos internéticos interessante e engraçado. 

No episódio aí embaixo, um improvavel comparativo entre dois sedans de duas portas. 

Eles chamam de coupés e eu de sedans. Mas isso não faz muita diferença.

Adivinhem só quem ganhou o comparativo.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

O Último dos Moicanos

Sempre tem o mimimi da comprovação por domumentos mas até agora ninguém apareceu mostrando carro com numeração de produto mais alta do que esse Puma P-018, que até prova em contrário é o último fabricado pela Puma na Avenida Presidente Wilson, 4385.

Se você gosta de carros antigos e tá chegando agora de Júpiter, esse endereço é da Puma, a fábrica.

Alá a plaqueta dele:

Essa plaqueta pode ser encontrada em branco, sem nada gravado. 
Eu já ví pra vender.

Quinquagésimo primeiro P-018 produzido. Foi longe, a Puma. Nessa época eu já tinha um Gol GT, que era mais barato, muito mais rápido que o P-018 e também encarava os Puma GTB (os de seis cilindros GM) originais. O terceiro detentor da marca Puma, a Alfa Metais (o segundo foi a Araucária Veículos. Esse relato cronológico pode ser visto aqui) passou a equipar o P-018, então chamado de Puma AM3, com motores refrigerados a água da VW, mas isso é outra história.

Esse exemplar tem certificação do Rossato. Como é comum acontecer com alguns carros antigos, uma das notas pitorescas dos Puma é o fato de todos os registros de todos os carros fabricados terem ficado com ele. O proprietário que quiser ter certeza do que tem ou do que está comprando pode entrar em contato e solicitar o certificado mediante módica quantia.

He he he...

Mas isso pode ser útil ou na restauração ou em casos extremos como o do P-018 do Roberto Minoru, tido como o último de sua espécie, como comprovação documental. Se bem queo número do produto gravado em todas as partes da carroceria já é documento hábil. Pelo menos pra mim.


Essa etiqueta de alumínio tem que estar em cada parte da carroceria
de cadaunidade produzida. Obviamente que todas as partes devem
ter o mesmo número.

O carro é esse aqui:



N. do A.: Cêis sabem, né? A Puma é a fábrica e O Puma é o carro.

sábado, 19 de julho de 2014

Dois tempos

Um carro de corrida é tão bom quanto a preparação que tem embarcada. E só. Quase qualquer carro acaba ficando rápido se for montado com critério e bom senso. Tem até uma Kombi taxi que usa mecânica Porsche que faz de sparring muito carro esportivo de boa griffe.

Mas o caso agora é de um carro que deixou de ser fabricado em 1967 e deixou de participar de competições oficialmente um pouco antes disso. Esteve em autódromos tanto de asfalto como de terra por um bom tempo ainda, nos rincões do sul do país.

Um conhecido jornalista carioca radicado em São Paulo líricamente usou um DKW nas corridas da Classic Cup por algumas temporadas até substituí-lo por um... Lada.

Critério e bom senso, sempre.

Mas em visita a famoso e conceituado preparador paulistano fui apresentado a um DKW de corrida nada lírico.

Edimar Della Barba, o mago da preparação dos motores VW refrigerados a ar, ataca motores tricilídricos a dois tempos com a mesma volúpia.

Alá:

Coletor de escape artesanalmente feito. Coisa de joalheiro.

Motor montado bem mais baixo do que o original de fábrica.

Caixa de marchas do Gol com motor refrigerado a ar.

Refrigeração ainda a termo sifão, só que com alguns upgrades.

A alavanca no assoalho (originalmente na coluna de direção) e o varão de
acionamento ainda estão na versão "rascunho".

Suspensão original, modificada. Ainda usa o feixe de molas transversal.

Como em todo produto com a griffe Della Barba, acabamento impecável. 

Perfís de alumínio dobrados como se fossem finos origamis.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Dez coisas

Tem um video hilário já meio antigo sobre dez drogas que não se deve ingerir antes de dirigir. É esse aqui:


Mas isso é uma série e todos os filmes são engraçados. Esse do acompanhante é impagável. Alá:


E tem mais! 

Tudo em Alemão mas não tem problema, não é mesmo?

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Os Dodges

Depois de um tempo passa a não ser mais por causa dos carros, propriamente, mas por causa das pessoas. E onde tem pessoa, tem causo.

E os causos via de regra são sempre interessantes.

O autor do blog cujo link é este aqui tem muito causo pra contar sobre os Dodges, Mavericks e Galaxies que comprou na sua região, nos arredores de Porto Alegre, quando esses carros valiam muito pouco, pra abastecer seu estoque de peças.

Vale a leitura.


Peguei aleatoriamente uma foto e sem querer veio este carro cor de laranja. A dica foi do espevitado Heitor Nunes, que na verdade gosta é de Passat.